19 de julho de 2013

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Quem somos? Quem realmente somos?

Já parou para pensar, já se perguntou alguma vez... quem você realmente é?

Você pode ser a menina insegura que tem medo de tudo e de todos. Pode ser a menina forte, destemida, que passa para o mundo que sempre está bem. Pode ser a menina calma ou a mais agitada. Eu me sinto várias pessoas ao mesmo tempo, mas quando vejo o menino que eu gosto não sei quem realmente sou. E você, qual você, você é?

As vezes acordo com uma vontade de ser a mocinha, as vezes com vontade de ser a malvada, a princesa ou a rainha. Podemos mudar nosso cabelo ou a nossa maquiagem mas não acho que isso interfere o que, em quem você realmente é e sim a mensagem que você quer passar para o mundo naquele momento.

As vezes eu tenho medo de mostrar para as pessoas quem eu realmente sou sabe? É difícil mas apenas algumas pessoas conseguem me deixar completamente a vontade para me sentir segura e feliz, chamo elas de amigas ou de anjos !

Tenho vontade de pegar uma trouxa de roupa e explorar esse mundo a fora mas o medo não deixa, ele me faz perceber que as coisas mais loucas podem não dar certo e isso me da raiva. Como saber se uma coisa vai dar certo e errado sem tentar? Quando eu estiver velha, sentada em uma cadeira de balanço pensando na vida quero me lembrar das coisas que eu fiz e não que deixei de fazer por causa das minhas incertezas por que elas simplesmente não vou importar!

Desde que entrei nesse "mundo da escrita", tenho pesquisado bastantes sobre vários poetas e achei um que eu já tinha ouvido a pouco tempo e quero compartilhar com vocês por que toda vez que minhas incertezas me dominam, é nele que eu penso e acreditem, já decorei ele ! #apaixonada

"Não sou nada. 
Nunca serei nada. 
Não posso querer ser nada. 
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo. 

Fiz de mim o que não soube, 
E o que podia fazer de mim não o fiz. 
O dominó que vesti era errado. 
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me. 
Quando quis tirar a máscara, 
Estava pegada à cara. 
Quando a tirei e me vi ao espelho, 
Já tinha envelhecido. 
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado. 
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário 
Como um cão tolerado pela gerência 
Por ser inofensivo 
E vou escrever esta história para provar que sou sublime. "