12 de abril de 2015

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Thelegates

Oi gente... to sumida né? Awwn, onte ontem meu celular quebrou, agora tem q esperar comprar outro. Fazer o que né...
Mas então, já faz um tempinho que to escrevendo um livro novo, a ideia veio de um vídeo do "Você sabia" sobre a Oak Island, iai eu sabia que de alguma forma precisava ler sobre isso, como não achei nada que interessasse muito, resolvi eu mesma escrever e passado uns meses pensando, acabei chegando finalmente na história que me encantou.

Confesso que ainda não sei resumir muito bem, mas vou tentar...
A história gira em torno da Aria que é a personagem principal, também narradora do livro.
Ela faz parte do grupo de oito pessoas que são enviadas pra a ilha com o objetivo de achar o grande tesouro, mas isso não é nem o início do que eles vão viver.
Com um governo autoritário, ela sonha em um dia poder viver fora daquilo e pra viver isso tudo. Aria vai contar com a ajuda do melhor amigo Ian enquanto ela se encanta pelo cara misterioso: Chris.

É isso meninas, não deu pra explicar muito bem, mas o nome do primeiro livro vai ser Thelegates (quero fazer uma triologia ou escrever apenas dois). O nome Thelegates é dado para os humanos com o dna geneticamente modificados o que faz eles terem habilidades especiais para sobrevivência.

Eles foram criados para defender o governo, mas agora podem ser uma ameaça.

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Prólogo:
“Coragem crianças, coragem é a única coisa que ninguém é capaz de lhes tirar.”

CAPÍTULO 1
Eu estava de frente ao espelho. Repeti meu nome diversas vezes, chegou uma hora que a palavra “Aria” perdeu seu sentido. A imagem no espelho mostrava que absolutamente nada havia mudado desde a última vez que eu me vira ali na noite anterior. Entrei na banheira, a água estava quente. Mergulhei meu corpo deixando-o submerso por bastante tempo. Voltei para cima quando o ar dos meus pulmões foi esgotado. Submergi mais uma vez, diferente da primeira, quando meus olhos estavam fechados imaginei-me em algum lugar fora daquela redoma de território norte e sul. Em algum lugar que alguém tivesse alguma escolha, a não ser abaixar a cabeça para o governo.
   Emergi pela segunda vez. Ouvi um grito. Sai da banheira e tentei enxugar-me o mais rápido que pude antes de me enrolar para ver o que estava havendo. Meu cabelo estava pingando, e assim como meus pés, gostavam de deixar marcas de sua passagem. Cheguei a cozinha me deparando com três homens parados a porta. Suas roupas eram pretas, não conseguia se ver nenhuma parte de suas peles, estavam por inteiro cobertos, mas pelo símbolo que carregavam a altura do peito eu já sabia do que se tratava. Minha mãe estava jogada no chão, chorando. Corri em sua direção. Ajoelhei-me ao chão e a abracei.

-Deixem-na em paz, fizemos um acordo com o governo. Vamos pagar tudo. –falei gritando.
-Filha –minha mãe dizia entre soluços- eles querem você.

Senti um objeto perfurar minha pele, como a picada de um inseto. Olhei para baixo e vi uma agulha, a voz da minha mãe em minha cabeça.

-Desculpa. É tudo culpa minha.


Não entendi o que ela quis dizer, nem ao menos deu tempo para isso. Parei de sentir cada parte do meu corpo aos poucos. Perdi todos os sentidos.  Me perdi em meio a escuridão. 

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É isso meninas, me digam o que acharam, preciso mesmo saber... Eu ainda to escrevendo a página 20 mais ou menos, mas se vocês quiserem posso ir liberando algumas partes, espero realmente que gostem. Beijuuus...